Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

E é?

E é?

30
Mai23

O Peso da Hierarquia

Fernando Gusmão

Na cultura, o "Peso da Hierarquia" faz com que comportamentos e atitudes praticados por níveis mais altos afetem definitivamente seus subordinados. Daí surgem as conhecidas constatações: "o exemplo vem de cima" ou “a palavra induz e o exemplo arrasta”.
Por isso, vemos -na prática- que a corrupção das nossas autoridades, não só evoca, mas, pior, provoca e determina a corrupção dos seus subordinados.
Em outras palavras: quando um superior hierárquico não cumpre com a Lei, seus dependentes se sentem com o direito e -quase que- com a ”obrigação” de fazer o mesmo.
A maioria sabe que muitas empresas privadas aqui e pelo mundo afora faliram por conta desse fato.
E é evidente que esse mesmo mecanismo também explica a destruição, tanto de famílias, como de países, como, entre outros, é o caso da Venezuela, do Rio de Janeiro, seguido pelo resto do nosso País. (Fernando Ribeiro de Gusmão).

02
Jan22

Os Novos-Reacinários

Fernando Gusmão

Os Novos-Reacionários
Em ciência política, reacionário é uma pessoa com opiniões políticas que favorecem o retorno a um estado político anterior da sociedade. Como adjetivo, a palavra reacionário descreve pontos de vista e políticas destinadas a restaurar um status quo do passado.
A garotada de hoje, que amanhã estará å frente dos destinos do Brasil, não dá a mínima bola para os conceitos ultrapassados de "direita"e de "esquerda". Considera esses termos borocochôs, cafonas e boko-mokos! São conceitos superados, da era analógica. Nazismo, fascismo e socialismo têm as mesmas raízes, como afirmou Hayek.
Hoje, nosso maior desafio é mobilizar a sociedade para construirmos uma alternativa a esses grupos superados e intelectualmente limitados, que querem nos manter aprisionados a essas formas autoritárias de pensamento. Mais importante, nos ajude a encontrar os meios e modos para escaparmos do coronavírus.
Hanna Arendt lembra que o pior legado daqueles anos de pensamento autoritário (primeiro de direita, durante a ditadura e depois de esquerda, no início deste século), não foi a tentativa de imposição de suas convicções totalitárias, mas nos terem retirado a capacidade de pensar com a nossa própria cabeça. De terem trabalhado para matar a curiosidade de nossa intelectualidade.
Mas, os novos-reacionários não vencerão.
Hoje, na era Digital, vamos encontrar novos caminhos para reconstruir o Brasil porque, como diria Tom Zé, “O que salva a humanidade é que não há quem cure a curiosidade”... (Fernando Ribeiro de Gusmão).

24
Dez21

É melhor cooperar do que competir?

Fernando Gusmão


“Antes, entendia-se que, a partir de uma importância estabelecida, o que quer que uma pessoa ganhasse, a outra perdia. Por conta disso, jogar era visto apenas como uma formalidade. Com o tempo, o fato de haver ganho ou perda e a importância daquilo que estava em jogo se tornaram interesse de estudos (John Nash) ”.
A vida de John Forbes Nash Jr. foi contada no filme Uma Mente Brilhante, de 2001. Ele já havia ganho fama nas Ciências, especificamente na Teoria dos Jogos.
De início, os estudos na área usavam jogos em que os participadores deviriam tomar decisões baseados em escolhas dos seus opositores. Os pesquisadores desenvolveram funções matemáticas que explicariam vantagens ou desvantagens da competição ou da cooperação entre os jogadores. A pesquisa de Nash encontrou o ponto de equilíbrio desse embate entre competição e cooperação, que passou a ser chamado Equilíbrio de Nash.
Um dos mais célebres exemplos das aplicações do Equilíbrio de Nash é o aproveitado no jogo “Dilema do Prisioneiro”, em que dois homens são presos, acusados de terem cometido o mesmo delito. Não há provas contra nenhum deles, que são inquiridos separadamente e animados pela polícia a delatar um ao outro, recebendo em troca a liberdade.
Existiria, então, duas alternativas: calar-se ou acusar o outro. Se os dois se acusam reciprocamente, são, do mesmo modo, condenados; se calam, são libertados. Mas, a suspeição de um implicado sobre a decisão que o outro poderia adotar majora a probabilidade de os dois se delatarem, o que possibilitaria o pior resultado: a prisão dos dois.
A melhor saída para os dois players é a de menor probabilidade, pois exige cooperação cega, dado que eles não dialogam a respeito. Assim, o mais plausível é que eles se delatem, pois ambos têm mais a ganhar apontando o outro.
O Equilíbrio de Nash comprova que nenhum jogador pode melhorar seu resultado com uma ação unilateral. Nesse caso, se um implicado —que tende a acusar o outro— muda por si só sua estratégia e resolve cooperar com a justiça, ele “perde” no jogo e é preso.
O conceito sugerido pelo matemático Nash é basilar na Teoria dos Jogos e é um dos procedimentos mais frequentes nas Ciências Sociais para estimar o efeito de uma troca estratégica.
A partir desse entendimento, o trabalho de John Nash contribuiu para o bom emprego de conceitos genuinamente matemáticos a diversas campos do conhecimento, que apresentem circunstâncias comparáveis a jogos, entre as quais a Economia, a Antropologia, as Ciências Políticas e a Biologia. (Fernando Ribeiro de Gusmão – 20/07/2019).

04
Jul21

Um Sonho

Fernando Gusmão

 

Vendo alguns parentes, amigos ou colegas que, continuam, hoje, sem nenhuma razão mesquinha, defendendo e justificando o comportamento do PT, de Lula e de sua turma, fico tentando entender fenômeno tão estranho, senão bizarro.
Penso, assim:
Para muitas pessoas, inclusive para mim, o PT, quando da sua fundação, trazia em seu discurso tudo o que SONHÁVAMOS, em nossas atitudes juvenis, por um mundo mais justo, mais humano e mais feliz.
Por isso, aderimos ao PT e votamos, insistentemente, em Lula, até ele ser eleito. Naquele momento gritamos: Beleza! Nosso sonho vai se transformar em realidade e seremos felizes para sempre!
ledo engano... Veio o que veio, deu no que deu.
Muitos eleitores honestos pularam fora do barco furado. Alguns poucos eleitores honestos permanecem agarrados às tábuas podres que sobraram do Partido.
Por que?
Talvez isso ocorra porque, como nos lembra a Psicanálise, "o sonho, enquanto expectativa otimista e norteadora da vida, é o patrimônio pessoal que tem o maior valor entre todas as expressões subjetivas que sustentam o ser humano". Nesse sonho, o sujeito investe importante parte da sua energia psíquica, da sua libido.
Como falou o Cavaleiro da Triste Figura: "Se puede usurpar todo lo que una persona tiene, excepto sus sueños". (Fernando Ribeiro de Gusmão)

25
Abr21

...

Fernando Gusmão

O Carnaval e Los Cocôs del Louro

Fernando Gusmão – fevereiro de 2021

 

Faz falta o Carnaval que deveria estar chegando e não chegou. Faz falta o Carnaval enquanto necessária segunda vida do povo. Faz falta o Carnaval como liberação temporária da verdade dominante, da seriedade unilateral, da ordem cristalizada.

Explico: o reinado de Momo é, antes de mais nada, uma outra vida, festiva, baseada no riso. Festa que traz para o concreto, para o plano terra-a-terra dos frevos, marchas e maracatus, tudo aquilo que se diz elevado, teórico, ideal e abstrato. 

Sim! O Carnaval foi feito para quebrar a lógica formal das coisas. Nessa festa estamos como que “autorizados” a passar ‘ao avesso’, ‘ao contrário’, permutando o alto com o baixo. É, por isso, uma segunda vida do povo construída como paródia da vida corriqueira, como um ‘mundo ao revés’, com sua linguagem cheia do lirismo da alternância e da renovação, da efetiva consciência e da alegre relatividade, tanto das verdades, como das autoridades.

Pré-adolescente em Campina Grande brincava os carnavais em dois tempos: havia as matinais e matinês carnavalescas do Campinense Clube e do Clube 31, esperadas oportunidades de —armados das imprescindíveis lança-perfumes Rodouro e de uma máscara de plástico para proteger os olhos—ensaiarmos nossas primeiras conquistas, nossos primeiros “pegar na mão”, primeiros namoros. Mas havia, também, o inesquecível “Los Cocôs del Louro”. Era um bloco? Uma troça? Sei não.

 Só sei que Los Cocôs del Louro era um animado grupo de amigos, liderado por Luiz Mota, um dos filhos do dono do curtume. Nas manhãs dos dias de Momo, nós, rapazes “de boas famílias” de Campina, saíamos nesse bloco todos vestidos com um mesmo modelo de macacão vermelho-cheguei, com falsos bigodes, barbas e cabelereiras, ou com as caras pintadas feito palhaços ou pierrôs apaixonados.

Assim trajados, íamos de casa em casa, —antes devidamente acertadas— a filar comidas e bebidas, com nossa batucada de surdos, caixas e taróis animando os anfitriões, maiorais da cidade, inclusive meu avô, seu Ribeiro, o Brahma-Quente.

Para agradecer a acolhida e os tira-gostos servidos, era tradição terminar a visita tecendo potocas e largando, ao som da charanga, quadras, improvisos e arremedos, expondo possíveis e impossíveis “descompassos” do dono da casa, da sua família ou dos seus amigos. Não valia falar “de bem”. Mas, tudo sempre numa boa, sem perda de compostura. Todos gostavam das presepadas que, fora do tom, gritávamos e cantávamos. Ninguém reclamava: era carnaval!

No tríduo momesco, a “concepção estética da vida” é, assim, inusitada e intimamente picaresca. São dias “de deboche ritual”, como lembrou um dos nossos primeiros cronistas, o carioca João do Rio.

***

 

23
Abr21

Brasil: País sem Futuro?

Fernando Gusmão

Ganhando as eleições Lula (Haddad) ou Bolsonaro, o futuro do nosso País mostra-se tenebroso, onde corre risco a própria sobrevivência da democracia brasileira:

Lula e sua equipe nós já conhecemos –até demais- pelos seus malfeitos, fartamente divulgados pela Lava Jato, que já deu em cadeia para meio mundo de gente. Ganhando os malfeitores do PT, todo o trabalho da Lava Jato vai paro o ralo e a máfia de empresários oportunistas/políticos tradicionais volta com mais força à cena, para continuar o trabalho já bem iniciado de delapidar a economia nacional, provocado para os próximos 20 anos mais desemprego, mais violência e mais fome.

Se, pelo contrário, ganhar o fascista Bolsonaro, veremos, como seguidamente prometido por ele, um País regido pela violência, com total desrespeito à Justiça e aos direitos individuais, onde vai liderar a truculência dos econômico ou fisicamente mais fortes, provocando para os próximos 20 anos mais desemprego, mais violência e mais fome. Tipo a Alemanha do fascista Hitler.

Em ambas hipóteses, expectativas de melhoria socioeconômica para o Brasil, em um governo Bolsonariano, ou em um governo Lula/Petista, são inexistentes:

Lula e sua turma só visam meter a mão no dinheiro do contribuinte, a Lava Jato que o diga. Armam bolsas disso e daquilo e ficam com mais da metade do que arrecadam. Tiram dinheiro do Brasil para financiar ditadores fascistas pelo mundo a fora em detrimento dos investimentos nacionais em infraestrutura, saúde e educação.

Bolsonaro, por sua vez, não tem competência para reconstruir o Brasil, para pensar em um País decente. Isso, porque um dos seus inúmeros problemas é que não sabe como governar. Nunca estudou nem nunca treinou para isso. Tipo Lula/Dilma, de péssima memória. Por isso, no Bolsoniarismo, a economia seria entregue a técnicos para geri-la da forma como bem entenderem (já que ele não entende), enquanto Bolsonaro controlará o País também de forma antidemocrática. Passou a vida inteira mamando nas tetas do Estado. É o que ele e sua família só sabe fazer.

Infelizmente nessa atual expectativa é continuarmos a ser um país governado por um Estado gigantesco, incompetente, gastador e corrupto.

Péssimos dias nos aguardam.

 

Fernando Ribeiro de Gusmão, em 23-09-2018.

***

18
Abr21

Utopias

Fernando Gusmão

Utopias, paradigmas, narrativas

Em 1938 eram oferecidas três narrativas (utopias) aos seres humanos para que delas escolhessem uma: “a narrativa fascista, a narrativa comunista e a narrativa liberal.”

Em 1968, restavam apenas duas: a utopia comunista e a utopia liberal,  já que a narrativa fascista havia sido destruída pela segunda guerra mundial.

E, mais à frente, em 1998, com o desmantelamento da URSS, uma única narrativa sobreviveu: a Utopia liberal.

Muitos aplaudiram e se deram por satisfeitos.

Mas, em 2008 foram necessárias pesadas intervenções estatais para salvar o mercado financeiro internacional. Constatou-se, como comentou, naquela ocasião, um famoso ganhador do prêmio Nobel de Economia, que “se deixarmos o Mercado sozinho, ele pula pela janela” E, efetivamente, em 2018, após a vergonhosa crise de Wall Street, chegamos ao fim da Utopia liberal.

Portanto, das utopias existentes em 1938, nada restou.

Felizmente é possível observar a emergência recente de elementos de uma utopia nova: o Paradigma do Cuidado, necessário para dar conta do Coronavírus e sustentado no reconhecimento da alteridade, reconhecimento que tem na empatia natural dos homens sua raiz mais profunda.

Como diz o filósofo Bernardo Toro, “precisamos deixar de ser uma sociedade orientada somente pelo êxito, pelo vencer, pelo ganhar. Nosso novo paradigma precisa ser o Cuidado.

Saber cuidar, saber fazer transações ganha/ganha e saber conversar. Não mais uma inteligência guerreira, mas sim uma inteligência altruísta.”

Solidária e cooperativa, onde como sintetizou Leonardo Boff, “quem ama, cuida e quem cuida, ama”. (Fernando Ribeiro de Gusmão)

 

12
Fev21

O Carnaval e Los Cocôs Del Louro.

Fernando Gusmão

Faz falta o Carnaval que deveria estar chegando e não chegou. Faz falta o Carnaval enquanto necessária segunda vida do povo. Faz falta o Carnaval comoliberação temporária da verdade dominante, da seriedade unilateral, da ordem cristalizada.

Explico: o reinado de Momo é, antes de mais nada, uma outra vida, festiva,baseada no riso. Festa que traz para o concreto, para o plano terra-a-terra dos frevos, marchas e maracatus, tudo aquilo que se diz elevado, teórico, ideal e abstrato.  

Sim! O Carnaval foi feito para quebrar a lógica formal das coisas. Nessa festa estamos como que “autorizados” a passar ‘ao avesso’, ‘ao contrário’, permutando o alto com o baixo. É, por isso, uma segunda vida do povo construídacomo paródia da vida corriqueira, como um ‘mundo ao revés’, com sua linguagem cheia do lirismo da alternância e da renovação, da efetiva consciência e da alegre relatividade, tanto das verdades, como das autoridades.

Pré-adolescente em Campina Grande brincava os carnavais em dois tempos: havia as matinais e matinês carnavalescas do Campinense Clube e do Clube 31, esperadas oportunidades de armados das imprescindíveis lança-perfumes Rodouro e de uma máscara de plástico para proteger os olhosensaiarmos nossas primeiras conquistas, nossos primeiros “pegar na mão”, primeiros namoros. Mas havia, também, o inesquecível “Los Cocôs del Louro”. Era um bloco? Uma troça? Sei não.

Só sei que Los Cocôs del Louro era um animado grupo de amigos, liderado por Luiz Mota, um dos filhos do dono do curtume. Nas manhãs dos dias de Momo,nós, rapazes “de boas famílias” de Campina, saíamos nesse bloco todos vestidos com um mesmo modelo de macacão vermelho-cheguei, com falsos bigodes, barbase cabelereiras, ou com as caras pintadas feito palhaços ou pierrôs apaixonados.  

Assim trajados, íamos de casa em casa, —antes devidamente acertadas— a filar comidas e bebidas, com nossa batucada de surdos, caixas e taróis animando os anfitriões, maiorais da cidade, inclusive meu avô, seu Ribeiro, o Brahma-Quente.

Para agradecer a acolhida e os tira-gostos servidos, era tradição terminar a visita tecendo loas e largando, ao som da charanga, quadras, improvisos e arremedos, expondo possíveis e impossíveis “descompassos” do dono da casa, da sua família ou dos seus amigos. Não valia falar “de bem”. Mas, tudo sempre numa boa, sem perda de compostura. Todos gostavam das presepadas que, fora do tom,gritávamos e cantávamos. Ninguém reclamava: era carnaval! (Fernando Ribeiro de Gusmão)

No tríduo momesco, a “concepção estética da vida” é, assim, inusitada e intimamente picaresca. São dias de deboche ritual, como lembrou um dos nossos primeiros cronistas, o carioca João do Rio.

***

27
Mai20

Mafiosos do Colarinho Branco e o Capitalismo

Fernando Gusmão

Na parte de baixo da pirâmide da economia brasileira estão as pequenas, médias e microempresas, que são a maior fonte de empregos para a nossa população. Em 2019, mais de 86% (oitenta e seis por cento) dos empregos brasileiros foram gerados por essas pequenas, médias e microempresas. Segundo o IBGE, representam, formalmente, 99,1% do total dos empreendimentos nacionais. São mais de 12 milhões de negócios, dos quais 8,3 milhões são microempreendedores individuais.  

Essa é a parte boa da economia de mercado, da livre-concorrência, do capitalismo.

São médios, pequenos e microempreendedores que criam suas empresas com seu trabalho, arriscando seus capitais e vão gerando postos de trabalho e pagando salários, que sustentam a grande maioria dos brasileiros. É a dona do salão de beleza da esquina, é o proprietário da padaria do bairro, é o agricultor da verdura orgânica. Pois, esses pequenos e médios empresários são odiados pela cúpula da Administração Pública brasileira, que inventa um sem número de obstáculos, alvarás e declarações sem as quais eles não podem tocar seus negócios. Criam mais e mais obstáculos para poder negociar facilidades e afanar parte substancial dos ganhos desses pequenos investidores, usando o poder do Estado para exigir diuturnamente propinas, molhaduras e gorjetas.

Em contrapartida, no cume da pirâmide, estão as megaempresas —como a Petrobras, JBS, Odebrecht, Camargo Corrêa, OAS, BTG Pactual, parte ruim, podre, da economia de mercado, da livre-concorrência, do capitalismo.

Empresas que faturam anualmente bilhões e bilhões de reais, dando lucros altíssimos aos seus acionistas, mas, comparativamente, colaborando muito pouco quanto a geração de emprego e renda para a população. Esses são os empresários e gestores que —de forma Organizada e amados pelo Governo— se mancomunam com a Administração Pública para assaltar o erário nacional, participar de concorrências fraudulentas e comprar medidas definitivas e provisórias para favorecimentos pessoais.

Em resumo, ao se falar de Capitalismo faz-se necessário —para não se ser injusto— entender que existem bons empreendedores e, também, mafiosos de colarinho branco. Apoiar o bom capitalismo e destruir o Crime Organizado (Fernando Gusmão).

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2023
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2022
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2021
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2020
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2019
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2018
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
Em destaque no SAPO Blogs
pub